Quem somos
Com história de formação recente, a banda Umbral (Araraquara/SP), desde quando surgiu, em 2019, carrega em sua proposta geral expressar, a partir da mensagem de suas composições e estilo musical de representação, o metal em suas variadas formas. A escolha por letras em língua portuguesa, pelas misturas das matizes do rock e de outros estilos musicais foi o meio ideal para construir uma identidade artística que busca retratar de maneira verdadeira aquilo que a banda se dispõe a produzir sem sensacionalismo ou gratuitidade, mas sempre com o propósito de provocar a reflexão.


Conceito
A Umbral pretende contestar o status quo pelo peso sonoro de suas composições. Seus acordes tinem ao ritmo do HardCore, Heavy Metal com letras que relatam os embates externos e internos do ser humano mostrando que a existência é sempre limitada pelos conflitos. Em síntese, a temática de Umbral retrata a Resistência pela Existência, palavras-símbolo da arte independente que ecoa pelos porões do underground.






Douglas Ribeiro
Douglas Ribeiro - Vocalista, integrante mais recente a se unir à banda. Compositor e intérprete nos projetos solo Corrosivo Explícito, Walkin' Doug e Nuller, também fez parte da banda Songs of Oblivion, onde fez backing vocals e baixo. Vê a música como um livro que, além de mensagem, sugere imagens de experiências para o aprendizado, não só para entender as obras que admira em sua conjuntura, mas também para entender a si mesmo.
Guitarrista e membro-fundador. Já atuou em outras bandas de Araraquara/SP, A mais notória foi a Gorilla Trip. Hoje, além de músico, atua como produtor musical da Umbral, sendo responsável por direcionar todos os trabalhos da banda. Suas referências sonoras variam entre o hip-hop nacional, até bandas pertencentes aos mais variados estilos de metal – Death, Annihilator, Gojira, Project46 entre outros.
Flávio Zanucoli




Gabriel Fernando
Guitarrista e cofundador. Com experiência em variados trabalhos musicais, uniu-se ao Flávio para pôr em prática ideias que tinham em comum e que eram oriundas de referências múltiplas. Esse encontro de idealizações condiz com as mesmas fontes de influência que ambos possuem, sendo um ouvinte de variados estilos que permeiam do erudito ao deathcore. Além das composições, participou da elaboração da maior parte das letras da Umbral.
Assume em 2021 as linhas do contrabaixo e backing vocal. É figura conhecida no movimento underground de Araraquara, sobretudo por sua atuação na banda Damage Corporation. Com essa bagagem, Borba passou a ser integrante fundamental ao compartilhar sua experiência em variados setores da Umbral. É um estudioso do Thrash Metal, tendo influências de grandes nomes do estilo – Megadeth, Metallica, Slayer, Sepultura – além de apreciar bandas e estilos mais atuais.
Lucas Borba


Wagner Mariotto
O baterista Wagner junta-se à banda em 2025, e desde então tem evidenciado sua qualidade técnica e conhecimento plural em suas execuções na bateria. Ouvinte de múltiplos estilos e atuante em vários trabalhos musicais, sabe por em execução aquilo que a música e, sobretudo, o grupo precisam.
Integrantes

Projetos
Conheça Nossos Trabalhos


UMBRAL (EP)


Espetáculo Invisível (Single)
O ano é 2021. como forma de resistir às intempéries dos dois últimos anos, produzimos, à distância, e lançamos mais dois singles. O primeiro foi a faixa “Espetáculo Invisível” – uma síntese sobre a ambiguidade que é o homem em sua universalidade: aquilo que os outros veem e aquilo que ele sabe (ou descobre) ser capaz.




Fome nas Ruas (Single)
“Fome nas ruas” , segunda faixa-single de 2021, denuncia o descaso de um problema crônico no Brasil – vide o título da faixa. Conta também com o poema “O bicho” , de Manuel Bandeira, neste que o eu-lírico avista “ um bicho” devorando detritos em meio à imundície. Este bicho “[...]não era um cão, não era um gato, não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. ”
Inata Sentença (EP)
Abrindo portas para uma nova fase, o trabalho de 2022 – Inata Sentença – é o segundo EP da banda. Desta vez, a intenção foi solidificar a identidade lírico-sonora e ampliar suas possibilidades de criação e expressão. Embora não haja um conceito roteirizado, esse lançamento possui alguns fios condutores que constroem mensagens em comum, moldadas à máxima que intitula o trabalho. Aqui, entende-se “Sentença” como palavra-chave, em seu prisma semântico – a punição, o preço, a moral, o juízo, a existência –, que persegue os conflitos humanos desde a condição “Inata” . As referências são múltiplas, como pressupõe o processo de criação do grupo, partindo de obras ficcionais – literatura e filmes – à realidade às portas e nos porões.
→
→
→
→
Trabalho de estreia, lançado em dezembro de 2020. Esse material teve o empenho de composição de todos integrantes da banda naquele período, e a produção foi feita de maneira autônoma no estúdio, também independente, Smonkey Records, de Flávio Zanucoli. Nesse material, há quatro canções bastante precisas quanto à proposta do grupo. A faixa de introdução “Epigraphe, 1” ; a primeira composição da banda, “Saco de pancada” ; “Ouroborus” nossa canção mais acessada nas plataformas de streaming; e o autorretrato das incertezas de um recém-adulto “Cortando frequências” .
→
Maledictus (Single e Videoclipe)
Lançado em 2023. o videoclipe da música “Cangaço Urbano” , que compõe o EP “Inata Sentença” , está disponível em nosso canal oficial do YouTube.
O clipe foi gravado nas ruínas do Tropical Shopping, tradicional e saudoso espaço de lazer de Araraquara. Esta faixa foi inspirada no livro "Os ricos também morrem" (2015), do romancista, poeta e empreendedor Ferréz.
→
"Maledictus" foi o primeiro trabalho realizado com o novo vocalista, Douglas Ribeiro. O single, lançado em 2024, e o videoclipe, lançado em 2025, fazem parte da nova fase da banda.
O Hardcore e Thrash Metal da banda se unem à presença do Pole Dance, representado por July Cardoso, que adicionou movimentos à estética e metáfora da "serpente" que a obra aborda.
O videoclipe traz reflexões sobre a América Latina diante das explorações desde períodos longínquos, uma mensagem presente na faixa "Ouroboros".
"Maledictus" faz referência a, dentre outras obras, o livro "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano. Neste, o autor afirma que "[...] alguns países se especializam em ganhar e outros em perder.". Nós cantamos: "Uns sentem frio de matar, outros, um frio de morrer."
Cangaço Urbano (Vídeo Clipe)
→




